Especialistas sêniores gastam mais tempo em planilha do que no trabalho para o qual foram contratados.
Toda venda nova exige contratar mais um para o operacional.
Relatório executivo depende de cruzar três planilhas, e nenhuma bate.
Processos críticos só funcionam porque duas pessoas-chave seguram tudo na cabeça.
Tentaram um CRM pronto. O time voltou pra planilha em poucas semanas.
Retrabalho parou de ser exceção. Virou parte do fluxo.
Em empresa de serviço com R$ 10M+ e operação manual, o custo invisível costuma ser maior do que o investimento que resolveria.
Para crescer, contrata. Para contratar, derruba margem.
Sênior fazendo tarefa operacional. Retrabalho virando rotina.
O dado chega depois do momento de decidir. E quase sempre contestado.
Férias de uma pessoa-chave vira crise.
Toda empresa de serviço madura tem processos que são só dela. Fluxos de atendimento, regras de precificação, exceções comerciais. É exatamente onde mora a margem.
Sistemas genéricos não absorvem essas exceções. O time tenta usar, esbarra, volta pra planilha.
A maior parte dos projetos de software falha no diagnóstico, não no código.
Por isso, todo projeto na Equipe Tech começa pelo Projeto Executivo de Software, um trabalho consultivo que mapeia sua operação, identifica o gargalo real e desenha o que vale construir.
Mapeamos a operação real, ouvindo quem executa o processo todo dia.
Desenhamos escopo, fluxo e expectativa de resultado sobre a sua operação.
Você decide com clareza. Em alguns casos, a conclusão é não desenvolver agora. Isso também é uma resposta.
Mais de uma década desenvolvendo sistemas para consultorias, agências, escritórios de advocacia e empresas de serviço que cresceram além do improviso.
O Projeto Executivo é a forma mais barata de descobrir o que vale automatizar, e o que ainda não vale.
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